sexta-feira, dezembro 31, 2004

é eu fui e cá estou de volta

pra começar foi uma noite reveladora
não sabia q falavam tanto de mim, na verdade nem prestava atenção nisso
bom podem falar a vontade pois uma de minhas máximas é não dar muita importância ao que indivíduos da espécie humana falam de seus "colegas de espécie".
os anos 80, pra falar a verdade foram dos melhores que já fui, não estava lotado e as musicas foram da melhor qualidade, em comparação com as demais noites de 80...
e pensar q amanhã é minha vez de por som... não que eu não goste, mas determinados poderes sempre pedem por responsabilidades e, pessoalmente, dou muita importancia às minhas responsabilidades.
pena responsabilidade não ser um conceito tão bem distribuido entre as pessoas.
mas fazer o que né, como disse noutro dia c'est la vie...

quinta-feira, dezembro 30, 2004

Aqui vou eu

Aqui vou eu para mais uma noite de prazeres mundanos, sem destino, sem objetivos, apenas seguindo meu olhar e meus heartbeats.
Posso me arrepender, mas o que não nos mata, nos faz mais fortes...
qdo voltar, se ainda tiver internet, devo escrever mais alguma coisa...
adoro o sinal de reticencias :)
termina sem acabar e sugere sem dizer
a noite de hoje resume-se em basicamente uma coisa:
sobreviver aos anos 80 de uma noite de 5ª feira

quarta-feira, dezembro 29, 2004

C'est la vie

diario de bordo num 98727623
anos estelar 20002127832

a cada dia fica mais difícil escrever, ando ultra desligado, meu dia passa em off e as noites só são úteis quando leio ou quando é sexta feira.
Os domingos continuam dias nulos, ao som de musica italiana, sambas, e porcarias dos anos 80s.. tudo bem q uma vez por ano é aceitável, mas semanalmente e ainda mais num dia tão nulo quanto o domingo... haja paciência, haja otimismo, haja ouvidos, haja japanese food, haja água de coco, haja sol, haja vento e, finalmente haja saco.
Se meu domingo fosse perfeito, provavelmente eu estaria com a garota com quem troquei olhares no sábado, talvez ouvindo little fluffy clouds, talvez apenas air ou uma dessas bandinhas q fazem a gente se sentir em casa em qualquer lugar.
Mas a vida é assim mesmo, a gente só consegue o que quer quando já estamos querendo outra coisa e nossa consciência vive nesse deslocamento, ora nas memórias, buscando momentos de felicidade, ora nas expectativas, alimentando ilusões esperançosas.

Mas a vida é sábia, a pesar de tudo ela está sempre ensinando, com o que queremos e com o que ganhamos :) volta ou outra nos vemos forçados a entrar em zen, qdo todos os sons ficam em off e nós nos abrigamos num lugarzinho chamado eu, pois é só lá, nesse lugar chamado eu, que não encontramos nenhum eu e somos vazios, seguramente vazios, com otimismo e sem qualquer medo de ser e estar.

hasta la vista